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METODOLOGIA

  • 4 de mai.
  • 2 min de leitura

O Viralizando o Nordeste será desenvolvido a partir de uma metodologia de estrada, escuta e documentação social.


A expedição combina deslocamento territorial, convivência com comunidades, produção de conteúdo, rodas de conversa, oficinas formativas e circulação pública dos registros produzidos ao longo do percurso.


Em cada estado visitado, serão priorizados territórios, experiências e personagens com relevância histórica, cultural, educativa, comunitária e política. Entram nesse percurso espaços de memória popular, manifestações artísticas, comunidades tradicionais, escolas, movimentos sociais, patrimônios materiais e imateriais, iniciativas de convivência com o semiárido e lugares marcados por organização coletiva.


O trabalho será organizado em quatro frentes principais.


A primeira frente será a documentação fotográfica, audiovisual e escrita, com produção de ensaios, entrevistas, relatos de campo, vídeos, transmissões e registros das paisagens humanas e territoriais encontradas pelo caminho.


A segunda frente será a escuta direta das experiências locais, por meio de conversas com moradores, lideranças, trabalhadores, artistas, educadores, pesquisadores, ativistas e sujeitos populares que carregam histórias de luta, criação, pertencimento e resistência.


A terceira frente será a realização de oficinas, rodas de conversa e momentos formativos sobre comunicação digital, fotografia, vídeo, produção de conteúdo e uso crítico das redes sociais como ferramentas de expressão comunitária.


A quarta frente será a circulação pública permanente do material produzido, com publicações no site oficial, redes sociais, canal do YouTube, transmissões ao vivo, entrevistas, ensaios fotográficos, reportagens, conteúdos educativos e minidocumentários.

A intenção é que o projeto funcione ao mesmo tempo como presença nos territórios e como plataforma de memória em circulação.


Na estrada, a equipe escuta, registra e constrói vínculos.


Nas plataformas digitais, essas experiências ganham alcance público, formação crítica e possibilidade de diálogo com outros públicos.


Ao final da expedição, os registros reunidos formarão um acervo autoral composto por fotografias, vídeos, entrevistas, textos de campo, materiais pedagógicos, publicações digitais e conteúdos multimídia voltados à memória social do Nordeste brasileiro.

 
 
 

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