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Hamilton Borges lança “Escrevo para ser esquecido”, livro sobre violência policial e luta preta na Bahia
Autor baiano reúne textos sobre Salvador, violência policial, sistema prisional, periferias e luta contra a morte de jovens pretos e pretas pelo Estado. Hamilton Borges dos Santos, o Walê, lançou “Escrevo para ser esquecido: recursos para destravar a alma”, pela Reaja Editora. O livro chega com um assunto que ele trata há décadas: a morte de jovens pretos e pretas pela polícia, o sistema prisional, o racismo e a forma como o Brasil tenta seguir a vida depois de cada enterro.


Cine Jardim abre inscrições para IX edição e fortalece o audiovisual no interior do Nordeste
IX Cine Jardim abre inscrições para festival latino-americano de cinema em Belo Jardim, Pernambuco. A edição fortalece o audiovisual no interior do Nordeste, com mostras, sessões ao ar livre, formação de público, acessibilidade e participação de estudantes.


Cerrado é caixa d’água do Brasil, mas sua destruição também ameaça o Nordeste
O Cerrado abastece rios e bacias que chegam ao Nordeste. No Maranhão, Piauí e Bahia, a pressão do Matopiba mostra como a destruição do bioma ameaça nascentes, comunidades rurais, povos tradicionais e o direito à água.


Afrobarroco: livro de Mateus Aleluia, artista baiano, terá distribuição gratuita para escolas e instituições
O livro inédito Afrobarroco, de Mateus Aleluia, artista baiano, terá 700 exemplares distribuídos gratuitamente para escolas, projetos de arte e educação, centros culturais, comunitários e bibliotecas. As inscrições vão de 17/06 a 06/07 pelo site oficial do projeto. O lançamento será no dia 8 de julho, na Biblioteca Central do Estado da Bahia, em Salvador.


Crianças e adolescentes de uma quadrilha nos abordaram na estrada da Paraíba para pedir ajuda
Durante uma viagem pela Paraíba, crianças e adolescentes de uma quadrilha junina abordaram a equipe para pedir ajuda. Um relato sobre cultura popular, infância, comunidade e o poder transformador do São João.


Nel Carvalho e a cisterna de placas: o baiano que ensinou o Nordeste a guardar água da chuva
Manoel Apolônio de Carvalho, o Nel Carvalho, criou em 1955 a cisterna de placas, tecnologia social que mudou a vida de milhares de famílias no Semiárido. A invenção popular ajudou o Brasil a transformar água de chuva em política pública, direito, saúde, permanência no território e convivência com a seca.
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